Edificio mais Alto do Mundo no Burj Dubai

January 25th, 2010 Comments off

O Edifício mais alto do mundo Burj Khalifa, anteriormente conhecido como o Burj Dubai é um arranha-céu no Dubai, Emirados Árabes Unidos, á a mais alta estrutura já construída, com 828 m (2717 pés). A construção começou em 21 de setembro de 2004, e ficou com o exterior da estrutura concluída em 1 de Outubro de 2009.

O edifício mais alto do mundo foi inaugurado oficialmente em 4 de Janeiro de 2010. O edificio faz parte de 2 km2 (490 hectares) de desenvolvimento emblemático chamado Downtown Burj Khalifa no “Primeiro Interchange”, juntamente com a Sheikh Zayed Road, perto do bairro empresarial do Dubai principal.

A torre de arquitetura e engenharia foram realizadas por Skidmore, Owings e Merrill de Chicago. Adrian Smith, que trabalhou com Skidmore, Owings e Merrill, até 2006, foi o arquitecto-chefe, e Bill Baker foi o engenheiro-chefe de estruturas.

A Samsung C & T da Coréia do Sul, que também construiu o Taipei 101 e Petronas Twin subcontratados Towers. O maior grupo belga Besix e Arabtec dos EAU. Turner Construction Company foi escolhida como a construção de direito EAU manager. Sobre o projeto, o contratante e o Engenheiro da Record são solidariamente responsáveis pelo desempenho do edifício mais alto do mundo Burj Khalifa. Portanto, pela aprovação do projeto SOM e sendo apontado como o Arquiteto e Engenheiro da Record, Hyder Consulting foi legalmente o Consultor de Design para a torre.

O custo total para o projeto Burj Khalifa foi de cerca de E.U. $ 1,5 bilhão, e para toda a nova “Downtown Dubai”, E.U. $ 20 bilhão. Mohamed Ali Alabbar, o presidente da Emaar Properties, falando no Council on Tall Buildings and Urban Habitat 8 Mundo Congresso, disse em março de 2009 que o preço do espaço de escritório no Burj Khalifa havia atingido E.U. $ 4.000 por pés quadrados (mais de E.U. $ 43.000 por m2) e que as residências Armani, também em Burj Khalifa, estavam vendendo para E.U. $ 3.500 por pés quadrados (mais de E.U. $ 37.500 por m2).

A conclusão da torre coincidiu com uma recessão econômica mundial e de excesso, fazendo com que ele seja descrito como o ultimo mais tardar … na cadeia de monumentos arquitetônicos de férias.

Ficam aqui algumas imagens e vídeos do edifício mais alto do mundo Burj Khalifa:

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Como Fazer um Projeto Elétrico para Instalações Residenciais

December 8th, 2009 No comments

Aprenda como fazer um projeto eletrico de uma instalação elétrica de um Edifício de Habitação.

O presente projeto elétrico apresenta uma Memória Descritiva e Justificativa, bem como os desenhos anexos, referentes ao projeto das Instalações Elétricas de um Edifício de Habitação a  edificar no (morada), devidamente identificado em planta anexa, cuja descrição se passa a apresentar.

Uma breve introdução ao projeto eletrico apresentado como exemplo pode ser utilizados por estudantes e ou por profissionais da área, bem como pode ser colocado em blogues e sites. É permitido distribuir e utilizar o presente documento para fins educativos.

Resumo do exemplo de projeto eletrico

Constituição do Empreendimento

O empreendimento é constituído por: 5 apartamentos de Tipologia T2, estando estas fracções distribuídas por três pisos, dispondo ainda de uma garagem colectiva para recolha e estacionamento de viaturas particulares.

Cada Apartamento é constituído por:

- 1 Hall;

- 1 Sala de Estar;

- 2 Quartos;

- 1 Casa de Banho;

- 1 Cozinha

3- CLASSIFICAÇÃO DOS LOCAIS QUANTO AO AMBIENTE

A classificação dos locais quanto ao ambiente foi considerada de acordo com o Art°. 359 do R.S.I.U.E.E. e indicada em peças desenhadas conforme preconizado no n° 9 do Art°. 40 do DL-517/80 de 31 de Outubro.

4 – CLASSIFICAÇÃO DOS LOCAIS QUANTO À SUA UTILIZAÇÃO

A classificação dos locais quanto à sua utilização foi considerada de acordo com o AIt° 83° alinea b) e Art° 97° do R.S.I.U.E.E., enquadrando-se estes edifícios nos Locais Residenciais ou de Uso  Profissional.

Índice do projeto

- Ficha de Identificação do PROJETO………………………………………………………………………..A

- Ficha Eletrotécnica …………………………………………………………………………………….…B

- Termo de Responsabilidade ………………………………………………………………………… …. C

- Identificação do Técnico ………………………………………………………….……………………….D

Memória Descritiva e Justificativa

1- Introdução

2- Constituição do Empreendimento

3 – Classificação de Locais Quanto ao Ambiente

4 – Classificação de Locais Quanto á sua Utilização

5 – Ligação à Rede e Alimentação de Energia.

6 – Potências

7 – Aparelhagem de Comando e Serviço

8 – Quadros Elétricos

9 – Iluminação Normal

10 – Tomadas

11 – Vídeo Porteiro

12 – Distribuição R/TV

13- Canalizações Elétricas

14 – Caminho de Cabos

15 – Sistema de Protecção de Pessoas

16 – Conformidade dos Materiais e Equipamentos

17 -Instalações de Correntes Fracas

18 – Normas e Regulamentos

19 – Lista de Desenhos

Projeto Eletrico Projetos de Instalacoes Eletricas Residenciais

ou em

http://www.4shared.com/file/169040131/380157a5/Projeto-Eletrico-Projetos-de-I.html

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Betonagem e Descofragem do Concreto Armado

September 28th, 2009 Comments off

A betonagem deverá obedecer às normas estabelecidas no Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-Esforçado, na NP ENV-206, e ao indicado nas Condições Técnicas e no projeto.

O concreto será empregue logo após o seu fabrico, apenas com as demoras inerentes à exploração das instalações. O período decorrido entre o fabrico do concreto e o fim da sua vibração não deverá exceder meia hora no tempo quente e uma hora no tempo frio, devendo estes tempos ser reduzidos se as circunstâncias o aconselharem.

A compactação deverá ser feita por meios mecânicos: vibração de superfície, vibração dos moldes ou pervibração.

A vibração deverá ser feita de maneira uniforme, até que a água de amassadura reflua à superfície, e por forma a que o concreto fique homogéneo. As características dos vibradores serão previamente submetidas à apreciação da Fiscalização, devendo os vibradores para pervibração ser de frequência elevada (9000 a 20000 ciclos por minuto).

Após a betonagem e a vibração, o concreto será obrigatoriamente protegido contra as perdas de água por evaporação e contra as temperaturas extremas. Para evitar as perdas de humidade, as superfícies expostas deverão ser protegidas pelos meios que o Empreiteiro de construção civil entender propor e a Fiscalização da obra aprovar. Entre esses meios figuram a utilização de telas impermeáveis e a de compostos líquidos para a formação de membranas, também impermeáveis.

Se a temperatura no local da obra for inferior a zero graus centígrados, ou se houver previsão de tal vir a acontecer nos próximos cinco dias, a betonagem não será permitida. Para temperaturas entre zero e cinco graus ou acima de trinta graus centígrados as betonagens só serão realizadas se a Fiscalização o permitir e desde que sejam observadas as medidas indicadas na NP ENV-206.

Para cumprimento do anteriormente explicado o Empreiteiro deverá ter no estaleiro um termómetro devidamente aferido, devendo proceder ao registo das temperaturas no dia das betonagens e nos cinco dias seguintes.

Cada elemento de construção deverá ser betonado de maneira contínua, ou seja, sem intervalos maiores do que os das horas de descanso, inteiramente dependentes do seguimento das diversas fases construtivas, procurando-se sempre a redução dos esforços de contracção entre camadas de concreto com idades diferentes.

As juntas de betonagem só terão lugar nas secções onde a Fiscalização de obra o permitir, de acordo com o plano de betonagem aprovado. Antes de começar uma betonagem as superfícies de concreto das juntas serão tratadas convenientemente, de acordo com as indicações da Fiscalização da obra, admitindo-se, em princípio, o seguinte tratamento: deixar-se-ão na superfície de interrupção pequenas caixas de endentamento e pedras salientes; se se notar presa de betão nas juntas, serão as superfícies lavadas a jacto de ar e de água e retirada a “nata” que se mostre desagregada, a fim de se obter uma boa superfície de aderência, sendo absolutamente vedado o emprego de escovas metálicas no tratamento das superfícies de betonagem.

Toda a armadura da secção onde se situa a junta de betonagem deverá ter continuidade através desta.

Nas juntas onde se sobreponham elementos em elevação a executar posteriormente deverão ser, passadas 2 a 5 horas, limpas as áreas a ocupar por esses elementos superiores, tratando-se essas zonas de forma análoga a atrás indicada.

Nas faces visíveis dos elementos em elevação as juntas só serão permitidas nas secções das juntas de cofragem. Não serão toleradas escorrências ou diferenças de secção, pelo que as juntas de cofragem terão de ser convenientemente vedadas e as cofragens cuidadosamente apertadas contra as peças já betonadas.

Nas juntas de betonagem onde tal se mostre aconselhável será empregue uma “cola” ou “argamassa” apropriada à base de resinas epoxi, ficando a decisão do seu emprego entregue ao critério da Fiscalização.

Se uma interrupção de betonagem conduzir a uma junta mal orientada, o concreto será demolido na extensão necessária, por forma a conseguir-se uma junta convenientemente orientada; mas antes de se recomeçar a betonagem, e se o concreto armado anterior já tiver começado a fazer presa, a superfície da junta deverá ser cuidadosamente tratada e limpa por forma a que não fiquem nela inertes com possibilidades de se destacarem. A superfície assim tratada deverá ser molhada a fim de que o concreto seja convenientemente humedecido, não se recomeçando a betonagem enquanto a água escorrer ou estiver acumulada.

Todas as arestas das superfícies de concreto serão obrigatoriamente chanfradas a 45 graus, tendo 1 ou 2 cm de cateto a secção triangular resultante do chanfro, quer este corresponda a um enchimento, quer a um corte da peça chanfrada.

Excepto em casos, a desmoldagem dos fundos dos elementos estruturais só poderá ser realizada quando o concreto apresente uma resistência de, pelo menos, 2/3 do valor característico, e nunca antes de 3 dias após a última colocação de concreto. Para efeitos de medição, o concreto armado será considerado pelo volume geométrico das peças executadas.

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